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Banco Santander: Conheça mais sobre sua Previdência!

banco santander 01
banco santander 01

Se você possui ou deseja contratar um plano de previdência privada do Santander, existe algumas coisas que você precisa se atentar, e, efetivamente conhecer. Esse conhecimento inicial é essencial para lhe auxiliar a tomar as melhores decisões e escolhas em relação a esse investimento. Pensando nisso, reunimos um compilado de informações que julgamos ser muito importantes para que você tome a melhor decisão possível para esse aspecto relevante da sua vida financeira. Nesse artigo você irá aprender mais sobre:

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  • As principais características dos planos de previdência complementar;
  • Como funciona o processo de contratação de um plano de previdência privada do Santander;
  • O que acontece no final do plano de previdência;
  • Como ocorre a incidência de impostos;
  • O que, e quais são os regimes de tributação:
  • Outras alternativas de investimentos para o longo prazo.

Se ao final do artigo ainda tiver alguma dúvida, deixe um comentário que eu terei o maior prazer em responder.

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O que é uma previdência privada?

Antes de falar diretamente sobre a previdência privada do Santander, acho que é válido e necessário esclarecer o que é uma previdência privada no geral. Nesse sentido, começarei do início, chamamos de previdência privada os investimentos feitos em um fundo previdenciário, através de um plano específico visando atingir objetivos de longo prazo, como aposentadoria ou pagar a faculdade para os filhos.

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Esses planos de previdência privada ou de previdência complementar são bastante comuns em todo o mundo, e existem em duas modalidades. A primeira são os planos fechados, que  são oferecidos por uma determinada empresa apenas a seus funcionários. E a segunda modalidade são os fundos abertos, que estão disponíveis para qualquer pessoa num banco, como o Santander, ou em uma corretora.

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A grande vantagem de um plano de previdência é que, pelo fato de ela ser pensada com a finalidade de geração de uma poupança privada pela população no longo prazo, o governo oferece incentivos fiscais e tributários bastante interessantes, como forma de incentivo para sua contratação.

Como contratar um plano de previdência privada do Santander?

Previdência privada do Santander
Previdência privada do Santander

Agora que você já sabe o que é um plano de previdência privada no geral, vamos ser mais específicos e tratar do que realmente você busca nesse artigo, o plano de previdência do Santander.

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Para contratar uma previdência privada do Santander, o primeiro passo é se tornar um correntista do banco. Atualmente o Banco Santander oferece seus planos de previdência exclusivamente para seus correntistas, então, se esse for o caso, você terá que ir até a agência mais próxima de você para abrir uma conta. Agora, se você já é correntista, o processo é bastante fácil. Você consegue fazer a contratação através do próprio aplicativo do Santander, pela assessoria de investimentos na central de atendimento, ou ainda, entrando em contato com seu gerente.

No Santander, também é possível simular e contratar um plano de previdência no nome de um menor de idade, desde que ele seja dependente financeiro de um adulto correntista do banco. Listamos abaixo as primeiras decisões que você deve tomar ao iniciar o processo de contratação de um plano de previdência, elas são:

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  • Quando você pretende iniciar a fazer aplicações no plano?
  • Quando você desejará receber ou resgatar seu investimento??
  • Quanto você deseja resgatar mensalmente ao final do plano?

Essas perguntas são importantes para que você determine o prazo do investimento, e, com isso consiga definir quanto você deverá aportar mensalmente no plano para que seu objetivo seja alcançado. O pensamento pode também ser feito na lógica inversa, pensar primeiro em quanto você tem disponível para investir mensalmente, e, com isso determinar o prazo do investimento e/ou qual será o resgate mensal que você terá ao final do plano.

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Vale ressaltar que existem fundos previdenciários com comportamentos e características diferentes, voltadas cada um para um perfil de investidor (conservador, moderado ou arrojado).  Identificando seu perfil de investidor, através de um pequeno questionário igual ao que você responde ao abrir uma conta conosco, é possível fazer simulações com os dados das rentabilidades históricas dos fundos.

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Dessa maneira, conseguimos determinar todas as variáveis e cenários possíveis para atingirmos um determinado objetivo financeiro no futuro.

VGBL ou PGBL?

Com esses dados iniciais definidos, o nosso próximo passo deverá ser escolher qual o tipo de plano que iremos contratar. Essa decisão é necessária porque atualmente existem dois tipos de planos de previdência, que têm características diferentes. Eles são:

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  • Os planos VGBL, ou, Vida Gerador de Benefícios Livres, que são os mais indicados para quem faz a declaração de IR pelo formulário simplificado, ou para quem quer contribuir para a previdência privada com mais do que 12% da sua renda anual tributável. No caso de um plano VGBL, a incidência de IR acontece somente sobre os rendimentos obtidos com o investimento.
  • Os planos PGBl, ou, Plano Gerador de Benefícios Livres, que são mais indicados para quem faz a declaração de IR pelo formulário completo, e pretende contribuir para previdência com até 12% da sua renda anual tributável . Nesse caso, acontece o que chamamos de diferimento do IR. Uma vez que o contribuinte pode abater até 12% da sua renda anual tributável no presente, para pagar somente quando for realizar o resgate ao final do plano. Nesse momento, ao contrário do que acontece no VGBL, o IR é cobrado sobre o patrimônio total a ser resgatado.

Para entender melhor sobre as duas modalidades, suas  vantagens e características,  é só você ler esse nosso outro artigo.

A estratégia tributária nos planos de previdência

Ao contratar uma previdência privada você tem a opção de escolher entre dois modelos de tributação diferentes para seus investimentos. Esses dois modelos de tributação, são conhecidos por tabela regressiva ou definitiva, e, tabela progressiva ou compensável, explicaremos sobre cada uma delas abaixo:

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  • Tabela regressiva definitiva: nesse caso, a incidência de imposto de renda acontece unicamente no momento do resgate do plano. Nesse caso, não existe a possibilidade de reajuste da alíquota de IR posteriormente no momento da declaração. A principal característica desse modelo de tributação é que nele a taxa de imposto de renda a ser paga diminui de acordo com o tempo de investimento, conforme se observa na tabela abaixo:
Tempo da aplicação Alíquota de IR
Até 2 anos 35%
Entre 2 e 4 anos 30%
Entre 4 e 6 anos 25%
Entre 6 e 8 anos 20%
Entre 8 e 10 anos 15%
Acima de 10 anos 10%
  • Tabela progressiva compensável: na tributação progressiva os resgates tem a incidência de IR retida na fonte, que é feita com base na alíquota única de 15%. Esse recolhimento é feito de maneira antecipada no momento de resgate, e, posteriormente, no momento da declaração anual de imposto de renda, é possível realizar qualquer tipo de reajuste com eventual nova taxação ou abatimento. Já que ela vai seguir a tabela de imposto de renda comum,  levando em consideração a sua renda total anual, você poderá, nesse momento, ter que pagar mais ou menos IR no final. Para facilitar a sua compreensão, deixaremos abaixo a tabela de imposto de renda para esse caso.
Base de cálculo mensal Alíquota Parcela a deduzir
Até R$ 1.903,98
De R$ 1.903,99 a R$ 2.826,65 7,5% R$ 142,80
De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 15% R$ 354,80
De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 22.5% R$ 636,13
Acima de R$ 4.664,68 27,5% R$ 869,36

Taxas

Em se tratando de previdência privada, temos algumas taxas que são comuns de serem cobradas. Essas taxas são:

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  • Taxas de administração: essa taxa é cobrada para remunerar o trabalho de gestão dos ativos que compõem o fundo. Ela normalmente varia entre 0% e 2% ao ano, sendo usualmente menores para os fundos mais conservadores de renda fixa, e, maiores para os fundo mais arrojados, com base em ações. Vale frisar que elas variam muito de banco para banco e de corretora para corretora.
  • Taxas de carregamento, entrada e/ou saída: Essas taxas são cobradas para cobrir os gastos transacionais do fundo. Com a entrada de novas gestoras e corretoras no mercado que não cobravam essas taxas, os Bancos mais tradicionais como o caso do Santander, têm progressivamente anunciado isenção dessas cobranças. Nesse sentido vale ressaltar que o Santander anunciou no final do ano de 2018 que zerou a taxa de carregamento, de entrada e de saída para todos os fundos, e para todos os clientes.

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O fim do plano de previdência privada

Ao fim do prazo contratado no plano, existem algumas opções diferentes com relação que você pode fazer com o patrimônio acumulado. O nome que se dá para esse momento, seja uma previdência privada do Santander, ou de qualquer outro banco ou corretora, é o momento de conversão do plano. Essa é a hora crucial em que você definirá se irá converter o seu patrimônio em um compromisso com o banco, seguradora ou corretora pelo recebimento de uma renda mensal, ou, se você o resgatará integralmente.

Caso você decida converter seu capital acumulado em renda mensal, existem as seguintes opções:

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  • prazo certo: neste caso, você definirá por quantos anos receberá a renda combinada, respeitando o limite máximo de 20 anos;
  • temporária: no modelo de renda mensal temporária, a renda mensal combinada será paga pelo prazo definido (múltiplo de 12 meses), desde que inferior à 20 anos, assim como no caso de prazo certo, no entanto o benefício será cancelado em caso de falecimento, ou seja, os beneficiários não recebem a renda;
  • vitalícia: nesse caso, o benefício da renda mensal é garantido por toda a sua vida, sendo cancelado somente com o seu falecimento;
  • vitalícia com prazo mínimo garantido: nessa opção, você recebe o benefício por toda a sua vida, mas pode escolher um prazo mínimo (em relação à data de conversão) em que ele seja garantido também por seus beneficiários no caso do seu falecimento. Vale ressaltar que prazo mínimo de garantia deve ser múltiplo de 5 anos, e, que se o seu falecimento se der posteriormente ao prazo estabelecido, o cancelamento do benefício se dará de maneira imediata.
  • vitalícia reversível ao beneficiário indicado: nessa opção, você recebe a renda por toda a sua vida e em caso de falecimento, o beneficiário indicado no plano recebe um percentual dessa renda também por toda a vida. Nesse caso, se o beneficiário indicado falecer antes do titular principal do plano, o benefício é extinto no momento em que o titular falecer. Ou seja, o benefício não pode ser transferido para outro beneficiário após o momento da conversão.
  • vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores: nessa opção, há o recebimento vitalício do benefício sucessivamente, primeiro pelo titular do plano, em um segundo momento, no caso de seu falecimento, por seu cônjuge, e em um terceiro e último momento pelo(s) seu(s) dependente(s) indicado(s) como beneficiário(s) até que este(s) complete(m) 21 anos de idade.

Rentabilidade dos planos de previdência privada do Santander

As rentabilidades dos planos de previdência variam bastante de acordo com o perfil do fundo previdenciário em que você investe. Existem fundos mais arrojados que apresentam maior risco, mas, também maior retorno esperado, que baseiam seus investimentos em ações. Existem fundos moderados, de multimercado, que tem risco médio e rentabilidades esperadas também medianas. E, existem fundos conservadores, de renda fixa, que tem risco menor e, consecutivamente, apresentam rentabilidades esperadas menores.

Os planos de previdência privada do Santander não são diferentes, apresentam a mesma lógica de divisão entre fundos de renda fixa, fundos multimercados e fundos com base em ações. Porém, assim como é a realidade dos outros 5 grandes bancos brasileiros, no geral as rentabilidades dos seus planos são inferiores à de outros planos ofertados no mercado por gestoras e corretoras independentes.

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Vale ressaltar que algumas matérias de jornais de relevância como do Valor Econômico e do UOL comprovam que a lógica e a realidade acima descrita, de que os maiores fundos de previdência dos grandes bancos apresentam retornos inferiores ao CDI são realmente verdade.

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Gráfico com rentabilidade de um dos fundos de previdência privada do Santander

Para você ter uma noção gráfica do que falamos acima, buscamos os dados da evolução histórica do maior fundo previdenciário do Santander na atualidade. O patrimônio liquido deste fundo na data de publicação desse artigo é de aproximadamente R$ 6,283 bilhões.

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Podemos perceber nesse gráfico que a rentabilidade do fundo analisado, o fundo SANTANDER IV FIC RENDA FIXA CRÉDITO PRIVADO, foi desde o inicio do fundo em 2005, até o presente momento, inferior à rentabilidade da taxa do CDI. A taxa do CDI caso você não saiba é a taxa média que usamos como parâmetro no mercado ao nos referirmos à investimentos de renda fixa. 

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